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Pela Fresta de tua porta


Porta trancafiada, acorrentada pelos teus medos
Derrepente me abres uma fresta, para que eu não
Entre de corpo inteiro.

Vestido de armadura
Pela fechadura eu te vejo
Por de trás desta porta
Escondendo-se dos teus segredos.

E eu sou o ramo
Plantado em um canteiro
Bem em frente a tua porta
E ali sobrevivendo.

A luz que vem de tua fresta
Traz-me um certo brilho obscuro
Mesmo assim eu sobrevivo
Com um pouco desta luz
Clareando o meu escuro.

Porta ésta que é o teu escudo
Como podes deixar apenas uma fresta
Ao um pequenino ramo desnudo?
Que te espera do lado de fora.
Despido de armas
Indefeso e inseguro.

Leni Martins

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